jul 26 / Vinicius Dalvi

tape [convida] #26

A playlist dessa semana é comandada pelo Rafael Colnago, o Rafinha. Selecão tão minunciosa quanto a escalação de um time; já que ainda o assunto é futebol , vai o texto do rafael que defende a posição de cada música dentro das quatro linhas.


A seleção pode parecer meio maluca para alguns, mas foi feita com todas as explicações metafísicas que uma pessoa que não é DJ se apega para dar sentido a sua escalação.

No gol, vai Tightrope, de Janelle Monté para mostrar que é um time na corda bamba, com atletas do presente que dão frescor e velocidade ao jogo, e artistas do passado, para arrumar o time em campo. Lateral direito é o Hit do porto, pra mostrar de onde vem a seleção. O miolo da zaga com duas ovelhas negras confiantes no título (Mallu e Corinne). Wilco é meu volante pé-na-porta. Neal Young vem de lateral esquerdo, com toda sua experiência, diretamente de 1969, organizando todo o setor defensivo.

Meio de de campo com a Sra. Peyroux, Pink Floyd e Prof. Nohair. Esse último, é o cara para segurar a bola e cadenciar o jogo, e Seamus joga o arroz-com-feijão – no caso, voz, violão e border collie.

No ataque, Solana vem de matador, pra enfiar a faca no peito de quem encarar a seleção; e Eumir Deodato é a voz da experiência na frente – não tem erro, sabe tudo dentro das 4 linhas.

No meu banco de reservas tenho Fê Pascoal, o Nilmar dessa seleção, com muito talento para contribuir. O resto do banco é só de campeões mundiais. Tom Zé, Paulinho da Viola e João Gilberto. Com esse trio como arma secreta, para entrar no segundo tempo, não tem jogo que essa seleção não seja capaz de vencer.

A explicação é essa! O resto é especulação fantasiosa!


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