wilco cover

Wilco é bom. Wilco é bom pra caramba. Logo, quando um artista faz uma versão da banda vale a pena conhecer, mesmo quando não fica a altura dos rapazes de Chicago. Mas essa versão da Norah até que ficou gostosa de se ouvir.

Norah Jones – Jesus, etc.

JC Brooks & the Uptown Sound – I´m trying to break your heart

Bônus

Wilco + feist, do álbum The Album (2009) – You and I

presentes musicais

A época é de presentes, o Natal está chegando, o Hanukkah passou, e essas datas sempre se presenteia as pessoas. Para fãs de música, nada melhor do que receber [e comprar] algo sonoramente bacana. Por isso, o Plug de Ouvido separou alguns agrados musicais.

Tem mais sugestões? diga aí.

caixa de som em formato de K7

Há 15 anos o passatempo de todo menino fã de música era passar horas em frente ao rádio e com dedo empunhado no Rec para gravar as boas músicas na fita K7. Nessa pegada retrô, a Imaginarium lançou uma caixa de som portatil no shape das antigas fitinhas. Ela já vem com a conexão do cabo p2 para plugar no seu ipod, iphone ou qualquer Mp3 player.  É um bom mimo e que sai a R$ 89,90.

i love waterloo

A camiseteria argentina Waterloo produz além de camisetas bacanosas, bolsas, cartazes entre outras coisas. Mas as blusas deles são para esvaziar sua carteira. Com uma pegada legal de criar design com figurões do Rock ‘N Roll, a loja argentina envia para o Brasil; pagando um só frete eles enviam quantos produtos comprar.

Vale a pena conferir camisetas com tema de música da coleção da Waterloo, tem alguns destaques como as blusas do Keith Richards, Bob Dylan, George Harrison e Woodstock. Cada blusa sai pela bagatela de US$ 19,99 + Frete.

wilco will love u babe

3502-medium

Caneca da banda que vira e mexe passa por esse blog. Wilco é tem boa música, bons músicos, boas letras e uma lojinha online bem bacana que entrega na sua casa, por exemplo, uma caneca bacana dessa. Para o café matinal com a caneca da banda de Chicago, o brinde sai por US$ 10 + frete.

bowie para ler

O personagem mais enigmático da trajetória de David Bowie foi ele mesmo. Artista multifacetado que conseguiu se impor como um ícone num período em que tantos talentos da música fizeram história. David tem páginas garantidas na história do Rock ‘N Roll: desde a sua música até suas atitrudes porra-loucas, que chocaram os bons costumes da época. Para os fãs do músico, vale a pena ter esse registro escrito por Marc Spitz – não há muito outros materias publicados sobre Bowie do mesmo naipe. Para levar para presentear alguém com o livro, sai em média R$39,90.

som afinado

Boas músicas ficam ainda melhor se conseguir ouvir cada detalhe do som. Para isso, é necessários bons alto-falantes ou um bom fone de ouvindo. O Koss Porta Pro é um fone da categoria semi-profissional e que traz uma um som muito fiel ao original.

Para ter uma belezura dessa precisa desenbolsar uma boa grana, mas o investimento vale cada centavinho. Em sites como Mercado livre possui ofertas mais econômicas para comprar o fone. Nas grandes redes de lojas sai um preço mais salgado: R$ 399.

acionista dos beatles

Imagina comprar um Banco Imobiliário em que as propriedades sejam algo relacionado aos Beatles. É, dessa forma até ficaria mais divertido jogar por horas esse jogo interminável. O Monopoly – The Beatles –  é difícil encontrar no Brasil, mas caso não encontre o Amazon manda para você por US$ 27,48 + frete.

cabe mais musica

Não podia faltar a menina dos olhos da turma da Apple. O aparelho que revolucionou o consumo de música e deixou os chefões da industria cultural com a pulga atrás da orelha, o ipod chega na sua sétima edição e turbinado: a versão mais fraquinha desse gadget cabe 160gb de música… é bastante coisa.

Para colocar seus mp3 na última versão do lider dos mp3 player vai precisar gastar R$899.

home wilco home

Longe dos pomposos estúdios californianos o grupo  Wilco se reúne para gravar seus álbuns em um loft num bairro de Chicago, cidade natal da banda. A banda que tem como o frontman e compositor Jeff Tweedy disponta com uma das melhores surpresas da última década – apesar de já estarem ‘na ativa’desde a década de 1990.

Mas em 2002, com o álbum Yankee Hotel Foxtrot, a banda conseguiu chegar a um lugar em que poucos artistas chegaram: colocar um álbum na galerias dos álbuns míticos da música pop. A gravação do álbum foi muito tumultuada e teve uma birga pública entre gravadora e a banda, como pode se ver no documentário I Am Trying to break your Heart.

estudio

Mas o cenário da onde foi gravado esse lendário álbum, continua sendo o mesmo dos ensaio da banda hoje: um loft em um bairro bem low profile de Chicago. O lugar específico onde fica não é divulgado e os poucos fãs que conhecem mantém o segredo intacto.

O estúdio-loft é uma espécie de fortaleza da banda e onde eles produzem e gravam boa parte da produção músical deles. Para os fãs de música, o lugar é como a Fantastica Fábrica de Chocolate; só que em vez de chocolate, o lugar é recheado de guitarras, violões, teclados, controladores midis, livros e etc. Tudo aquilo que todo garoto que já quis se roqueiro pensou em ter um dia.

O lugar é inspirador para para quem gosta de decoração, música e para quem se tornou fã da banda.

via

daqui

wilco + feist

You and I

jay bennett

No próximo mês sairá o álbum póstumo do ex-integrante do Wilco, Jay Bennett. Bennett morreu em maio de 2009, aos 45 anos, por overdose de analgésicos.

Em julho, o álbum [Kicking at the Perfumed Air] será disponibilizado na internet, gratuitamente, no site da fundação criada pela mãe e irmão de Jay, Jeff, para preservar a memória do multi-instrumentista. “Este álbum é parte de um esforço grande para honrar a memória de Jay e aumentar o seu legado, ao expor para mais pessoas sua música e ajudar os esforço de caridade para fazer um mundo um lugar melhor”, diz um comunicado assinado por Jeff.

Wilco

Jay Bennett começou na banda em 95 como músico de apoio e logo virou parceiro do líder da banda, Jeff Tweedy. Jay deixou o Wilco em 2001, durante as gravações do aclamado álbum Yankee Hotel Foxtrot (2002).

Para quem não conhece, no documentário I am trying to break your heart mostra a gravação do album e a saída de Bennett. Vale a pena!

play it: wilco


dia levemente frio. com um copo [cheio] de café numa mão. e pelos fones de ouvido… wilco. sim, isso faz pessoas felizes.

impossible germany

war on war

muzzle of bees

wilco live

Wilco toca a canção “Country Disappeared”, música do último álbum da banda, The Album, executada num teatro de Montreal, no Canadá.

A banda foi a convidada da vez para a série A Take Away Show, do La Blogotheque.

Wilco – Country Disappeared – A Take Away Show from La Blogotheque on Vimeo.

via

record club

Os Mutantes, St. Vincet e Liars são os próximos da lista do Beck; ou melhor, já foram. Esses três nomes entraram no estúdio para regravar um disco inteiro – em um dia – para o projeto Record Club, desenvolvido por Beck.

A ideia da empreitada é regravar álbuns importantes da história da música em parcerias com outros artistas. Beck já fez “The Velvet Underground and Nico” com Nigel Godrich e Giovanni Ribisi, “Songs of Leonard Cohen” com MGMT e Devendra Banhart e “Oar” (Skip Spence) com Wilco, Feist e Jamie Lidell.

Chegou a vez de um grupo brasileiro também participar dessa festa, com Os Mutantes. O álbum escolhido não foi revelado, tampouco o artista ou banda selecionada.

O que resta no momento é esperar. Ou conferir o que já passou pelo Record Club. Eu indico a regravação do gênio Leonard Cohen.

tape #3

As músicas para o ínico dessa semana começa com o sotaque francês e termina com a dobradinha Lecher/Spector. Passando pelo britpop do Blur e chegando na confisão de Leonard Cohen, na versão de Jeff Bucley, Hallelujah.

Ainda tem Mombojó, Radiohead, Wilco, e outras cositas más!

Top 5

Já vai fazer 10 anos desde o freak out por causa do Bug do Milênio. Isso mesmo, colega, o tempo passa rápido. E pensando nessa voracidade em que o tempo e os acontecimentos passam [lembra do álbum Kid A? É... também já se vão dez anos], vamos puxar o freio de mão, apertar o stop e viajar no que foi de bom entre 2000 e 2009.

Para muitos, os últimos 10 anos foi o período em que frequentaram mais ativamente o circulo musical; não só ir em shows, mas comprar CDs [é, caro leitor, as pessoas costumavam comprar. Lembra daquele tempo?], esperar os lançametos, etc.

Na Paradoxo [semanário digital no qual sou editor de música] fizemos essa brincadeira. Pedimos para que 5 colaboradores enviassem os seus top 5. Inspirado no personagem que definia a vida em listas, Rob Gordon [High Fidelity], eles apontaram aqueles álbuns em que aumentam o som quando eles tocam.

Como fiquei de fora da brincadeira, jogo, aqui, confete no que foi essencial aos [meus] ouvidos nos últimos 10 anos.
*A ordens dos álbuns é aleatória.

O | 2001 – Damien Rice (download)

Irlandês pouco badalado, mas com um talento musical incrível. Fã de música brasileira, em seus shows chega a executar musicas de Jobim como Desafinado e Águas de Março. Damien fez em seu álbum debutante [O] um passaporte para experimentações acústicas e poéticas.

Sky Blue Sky | 2007 – Wilco (download)

A definição do Diego Brotas em sua matéria na Paradoxo explica bem: “músicos maduros e extremamente competentes”. Um álbum com linhas de guitarras originais, sendo, simultaneamente, sofisticadas e simples. Realmente uma obra-prima da carreira da banda.

In Rainbows | 2007 – Radiohead (download)

O Kid A foi mais inovador e completo musicalmente. No entanto, fico com o In Rainbows como um dos 5 melhores CDs da década. O álbum apontou novas formas de se pensar o consumo de música e a indústria cultural. É um bom disco e que faz bem o seu papel sonoro para que o Radiohead [mais uma vez] possa indicar novas tendências na música.

Back to Black | 2007– Amy Winehouse (download)

A música negra retorna ao dial com as interpretações e composições de Amy. Garota talentosa, o som negro dos Estados Unidos é muito bem representado na obra dela. Em especial, o Back to Black é um CD que reúne diversas expressões da sonoridade negra: funk, soul, R&B, entre outras; tudo num altíssimo nível.

Bloco do Eu Sozinho | 2001 – Los Hermanos (download)

Um álbum considerado o abre-alas da música brasileira nesta última década. Um disco ousado, fora dos padrões de mercado, que foi recebido muito bem pela crítica [e isso importa?] e pelo público [esses sim!]. Neste álbum, Los Hermanos rompe com sonoridades que haviam carregado em seu primeiro álbum e se lançam em rumos diferentes. Hoje é fácil de imaginar, mas, em 2001, foi um CD ousado e desafiador. Um novo ânimo pra música brasileira.

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