Wilco é bom. Wilco é bom pra caramba. Logo, quando um artista faz uma versão da banda vale a pena conhecer, mesmo quando não fica a altura dos rapazes de Chicago. Mas essa versão da Norah até que ficou gostosa de se ouvir.
Norah Jones – Jesus, etc.
JC Brooks & the Uptown Sound – I´m trying to break your heart
Bônus
Wilco + feist, do álbum The Album (2009) – You and I

Música é feita para dançar? Nem sempre. Mas nesses casos… sim. Escolhemos aqui 3 cenas de filmes com boa trilha e dancinhas à altutra. Os escolhidos – uns ganharam até troféu e outro uma canja do Ray Charles – são de filmes bons e que conseguiram combinar uma boa [divertida] cena de dança com uma boa música na vitrola.
Olha só:
Lap dance em Death Proof
Evabody shaking em The Blues Brothers
O Twist Contest em Pulp Fiction
Bonus Track!
A cena que fez os adolencentes dançarem junto. Go Ferris!
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Chelsea Dagger – The Fratellis
Reckless Serenade – Arctic Monkeys
Some Kind of Wonderful – Joss Stones
Drones in the Valley – Cage the Elephant
There is a Light that Never Goes Out – The Smiths
Pretinha – Marcelo Camelo
Best of All Possible Words – The Lillte Willies
Since You’ve Been Gone – Aretha Franklin
Girl – Beck
Heartbreak Hotel – Elvis
Maybe I’m Amazed – Paul McCartney
Rolling in the Deep – Adele
Mais que nada – Sergio Mendes & Brazil ’66

O bom dessa banda é que ela te conta um segredo logo no seu nome: é mesmo A Banda Mais Bonita da Cidade. Tanto a música e as performances são de açucarar o seu dia.
Poesia e música com cores, um misto de alegria e melancolia. A banda é curitibana com ares boêmios da lapa carioca. Mas do que contar histórias, assista os clipes da trupe.
Oração
Canção pra não voltar
O clipe Oração me lembra o vídeo da banda Dinda, como bem comentou o Mark.
horto sessions#1_dinda parte 2 from horto filmes | clara cavour on Vimeo.
Enfim, chegaram as devidas férias. Um mês de perna para o ar; ou melhor: com o pé na estrada. Após um longo e trabalhoso ano, me mando para os Estados Unidos para achar um meio termo entre Kerouac e Ferris Buller – Com muita música. Por isso, a Tape dessa semana [e possívelmente a tape do mês] será temática: com bandas ou temas de cidades que vou passar.
No roteiro estão NYC, Chicago, um volta pela Califórnia, Vegas, Portland, Seattle e Vancouver. Um parada no Coachella para 3 dias de música para encher as baterias e continuar.
Então a playlist dessa semana é assim: em clima de férias, pé na estrada, plug no ouvido e histórias para contar aqui na volta. Enquanto isso… aperte o play!
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Estelle (Feat. Kenye West) – American Boy
Ok Go! – Here It Goes Again
Weezer – Island In The Sun
LCD Soundsystem – Drunk Girls
Wilco – The Man Who Loves You
Foo Fighters – Everlong
The Strokes – Take It Or Leave It
Gogol Bordello – My Companjera
RATM – Sleep Now In The Fire
Matt & Kim – Daylight
The Killers – Somebody Told Me
Chega do cheiro de plástico nos dedos. O cheiro vai ser metalizado das cordas das guitarras – de verdade. É isso que a empresa de games francesa, Ubisoft, anúncio para o segundo semestre: o jogo Rocksmith, uma versão com guitarras reais do Guitar Hero.
Nada de guitarra especial, a sua velha guitarra vai ser plugada direto no video game. Rock ‘N Roll de verdade, caso seja essa a sua.
Para quem não é guitarrista, o fabricante vai vender uma guitarra amadora para iniciantes, por uns U$ 200. O futuro parece que chegou, né. Aprender a tocar guitarra de verdade pelo video game!
Um dos ícones da música pop, o pedal de guitarra Cry Baby, o Wha Wha, sempre foi uma das minhas paixões como guitarrista. Versátil e forte, ele se destaca em qualquer música: sendo do Bob Marley até a guitarra do Tom Morello.
Veja o documentário que produziram sobre essa belezura:
Cry Baby: The Pedal That Rocks The World from Joey Tosi on Vimeo.
Para você que ouve mais música no seu iPhone do que em outro lugar, alguns apps na Apple Store pode te dar uma ajudinha a fazer isso ficar mais interessante (caso isso seja possível).
Separamos alguns apps, principalmente para iPhone, que podem deixar o seu gadget da apple mais musical.
Aí vão:
SoundHound
Não são raras as vezes em que se ouve uma música e quer descobrir que canção é aquela. Agora não precisa mais pedir para o garçom ou motorista de taxi aumentar o volume, o aplicativo SoundHound consegue descobrir que música é essa. É só apertar o botão e… tchãram… Ele lhe dá todas as infos: álbum, nome da música, do artista, etc. Ainda tem como favoritar e ouvir algumas músicas. É ótimo, né?!

Principalmente para músicas em outras idiomas eu gosto de acompanhar as letras. Nas primeiras vezes que se ouve a música é ainda mais bacana acompanhar a letra da canção. Esse aplicativo, o TuneWiki, tê dá a letra da música enquanto você ouve. Fácil assim.

Como o próprio nome diz, ele te ajuda a achar os shows que estão rolando próximo à você. O aplicativo funciona por aqui, mas funciona ainda melhor na gringa: com uma agenda de show mais completa. Então se você vai viajar, não esquece de baixar esse app. Imagina se você perde um show do Wilco por que não sabia que eles iam tocar por perto.

Recordar é viver? Pelo menos na música isso faz muito sentido. Este aplicativo mostras as músicas fodonas de cada ano. Ou seja, as 100 músicas que foram as top das paradas em seus anos de lançamento. Tem muito coisa que cai no esquecimento. Vale a pena ouvir novamente.
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The Strokes – Under Cover of Darkness
Black Kids – I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend To Dance With You
P. J Harvey – Good Fortune
Tulipa Ruiz – Às Vezes
Audioslave – Doesn’t Remind Me
Muse – Timing Is Runing Out
Generationals – Trust
White Stripers – Seven Nation Army (Glitch Mob Remix)
Mombojó – Duas Cores
Stereolab – Vodiak
Devendra Banhart – Brindo
Acabou La Tequila – Tranquilo João Donato
Karina Burh – Ciranda do Icentivo
Eu quero ser cool. Sim, esse é o nome do primeiro álbum da Banda Les Pops. Não se trata de mais uma banda hypster querendo, de fato, ser cool. Os caras do “Pops” tentam e conseguem misturar ironia, poesia e o bom Rock ‘N Roll. Ouça a música “Aluguel em Abbey Road” que se consegue visualizar [não no sentido literal, óbivio] a junção dessas três coisas.
O grupo é formado por Rodrigo Bittencourt, Daniel Lopes e Thiago Nunes. Juntos, os cariocas tiram sarro do famigerado status de ser cool.
“Eu quero ser cool, mas não levo jeito. Por que tudo que eu digo é meio torto e esquisito e não apareço na tevê. Ando pelos bares, falando de Nietzsche ou Platão…”
Mais do que letras divertidas, os rapazes vão mais longe. As melodias e músicas são gostosas e bem trabalhadas. Conseguem encaixar ukelelê e banjo em suas melodias sem exageros, e o que parece brincadeira fica sério; mas mesmo assim divertido.
Peter Bjorn & John anteciparam a canção “Breaker, Breaker” que compõe o próximo álbum do grupo, Gimme Some, que deve ser ançado em março.
A música é envenenada e com boa pegada, deixando uma boa expectativa pelo disco que vem por aí.
Peter Bjorn & John – Breaker Breaker by Pretty Much Amazing
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