mallu | música nova

disco novo chegando em por aí, tá na hora de soltar um teaser de como vai ser. Segura aí, a nova da Mallu Magalhães.

 

 

Peter Bjorn & John | Breaker Breaker

Peter Bjorn & John anteciparam a canção “Breaker, Breaker” que compõe o próximo álbum do grupo, Gimme Some, que deve ser ançado em março.

A música é envenenada e com boa pegada, deixando uma boa expectativa pelo disco que vem por aí.

Peter Bjorn & John – Breaker Breaker by Pretty Much Amazing

yelle | safari disco club

Depois de um fim de semana ouvindo bastante músicas eletro/hip hop francês (Fatal Bazooka, Yelle, etc), acanatora francesa Yelle divulgou no seu perfil no Soundcloud a nova música “Safari Disco Club”, que leva o nome do título do seu próximo álbum.

play it!

Safari Disco Club by YELLE

paul apenas

O Ieieiê, pop, rock, experimentalismo, ácidos, gurus e o submarino amarelo… todo mundo conhece essas facetas do Paul McCartney nos Beatles. Mas depois que Macca anunciou a saída da banda – para inveja de Lennon – o baixista seguiu sua carreira como artistas sem os outros integrantes dos Beatles: às vezes como banda, como o Wings, e também sozinho.

Como gênio que é, acertou muito – e errou bastante também –  em seus álbuns longe dos colegas de Liverpool. Como o show do Paul chega essa semana em São Paulo, vamos separar 5 álbuns fundamentais da carreira “solo” de McCartney. Necessáriamente não são os melhores e nem estão em ordem de importãncia, mas são essenciais para mostrar um pouco da carreira dele longe dos Beatles.

É bom de brincar de top 5, né? Então vai aí os álbuns que você já tem ou deveria ter do Sir. Paul McCartney.

Ram

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O álbum foi o segundo depois da separação dos Beatles. Como Lennon, a Paul recorreu a sua parceira para ser sua dupla na produção do álbum. Linda McCartney além de participar da produção também colaborou com as composição.

Um álbum com uma pegada ainda crua, muito instrumentos acústico; com boas linhas de baixo – of course – e a introdução de outros intrumentos de cordas como banjo – que em algumas músicas tem sonoridade interiorana, como ‘Long haired Lady’.

Destaque para as músicas ‘Uncle Albert’ e ‘Oh Woman Oh Why’.

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Uncle Albert

Band On The Run

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Realmente uma das preciosidades de Paul em sua nova carreira. BOTR foi o álbum mais vendido de 1974. Com o Wings Paul consegue voltar a ter um álbum arrebatedoramente original e popular dentro de uma banda. O álbum foi gravado na Nigéria e pouco tempo antes alguns músicos abandonaram a banda.

Mesmo assim Band On The Run foi um álbum impecável e fica difícil destacar só algumas músicas como destaque. E, provavelmente, será um dos álbuns de sua carreira fora dos Beatles que mais vai contribuir com músicas para seu set list no show da próxima semana.

Mesmo assim, os destaques são: ‘Jet’, ‘Band On The Run’, ‘Mrs Vandebilt’ e ‘Let Me Roll It’.

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Let Me Roll It

McCartney

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O primeiro álbum de McCarteny fora dos Beatles, em 1970. O álbum ainda foi lançado antes do anúncio oficial do fim da banda, antes mesmo do lançamento do álbum Let It be.

Entre as canções, o álbum McCartney traz algumas músicas da época da viagem de Paul para a India junto com os outros Beatles, uma canção da banda anterior aos Beatles, além de novas compostas em sua fazenda na Escócia. O álbum foi gravado boa parte nessa casa no interior da Escócia e tem um som mais simples, sem a produçao complexa de arranjos que marcou os últimos discos da carreira dos Beatles.

Ainda sem banda e sem anunciar ter saído oficialmente dos Beatles, Paul gravou no estúdio todos os intrumentos do disco.

Alguns destaques do álbum são: ‘Maybe I’m Amazed’ e ‘Momma Miss America’

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Maybe I’m Amazed

Flaming Pie

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As gravações do álbum começaram em 1995, mas o disco só saiu em 1997. Por alguns, é considerado o melhor disco de McCartney e depois de muito tempo conseguiu voltar a ocupar o lugar dos discos mais vendidos, tanto na Inglaterra como no Estados Unidos. O álbum teve a participação de alguns companheiros musicais de Paul, entre eles Ringo Starr e, também, o filho de McCartney – James – que estreiou tocando guitarra na música ‘Heaven On The Sun’.

Alguns destaques do álbum: ‘Flaming Pie’ e ‘The Song We Were Singing’.

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Flaming Pie


Tug Of War

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O primeiro álbum lançado após a morte do seu maior parceiro musical: John Lennon. Em homenagem ao colega, Paul compôs ‘Here Today’: que que leva o tom pacifista característico de John. O Álbum foi só lançado em 1982, 2 anos apoós a perda de Lennon.

Participaram das gravações Stanley Clarke, Carl Perkins, Eric Stewart e Ringo Starr. Stevie Wonder fez também um dueto com McCartney para o álbum - ’Ebony and Ivory’ – o grande sucesso do disco.

Não é um dos meus álbuns prefiridos do Paul McCartney, mas tem sua importância; principalmente por ser gerado num dos momentos mais delicados na vida do Paul,em meio a perda de Lennon.

Destaques:  ’Ebony and Ivory’ e ‘Take It Away’.

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Ebony and Ivory

a volta dos toca discos

Os bons tempos estão de volta. Tá bom. Pode ser um pouco exagerado. Mas o aparelho de vinil está de volta e ainda com um upgrade: o suporte para usb.

Ou seja, além de você ouvir aquele álbum empoeirado do seu pai com aquele som “cremoso” do vinil, vai poder transferir a música desse disco para o mp3 player ou mesmo tocar música pelo aparelho dos 00.

E está cada vez mais fácil achar álbuns novos no formato ‘bolachão’. Na gringa tem mais opção, mas garimpando na internet e lugares como a praça Benedito Calixto, consegue-se achar bons materiais.

Então com o disco na mão, confira algumas vitrolas modernosas:

Crosley

Essa vitrola da Crosley Radio tem visual moderno, podendo dar até aquela enfeitada na sua sala. Ele também tem outra boa vantagem: não é muito caro. Vitrola virou um artigo de luxo, mas essa sai por 199 dólares, aqui.

Waldman

Este aparelho reproduz simultaneamente CD e vinil; além executar sampler, proteção anti-shock, pitch de variação de velocidade de até 50% e edição de loop. Um pouco exagerado para quem quer ter só um player. E por isso o preço salgado: R$4.399

Ion

Um dos players mais populares pelo seu custo beneficio bem ok. Tem um design bem bacana – apesar de parecer uma pick up de DJ. Este aparelho também tem conexão USB e base para iPod. Ele sai pela bagatela de R$ 1.195.

Numark

Com a entrada USB e vários controles para o audio que sai do aparelho, esse player é uma boa opcão para DJs ou para aquele cara que quer um som descolado em casa e, quem sabe, atacar de DJ nas festinhas com os amigos em casa. A Numark é uma das marcas que mais investe em modelos como esse e traz essa ‘belezura’ por mórbidos R$899. Até deu vontade de comprar.

Você viu acima como tem vários modelos de toca discos no mercado com diferentes funcionalidades. Então se prepare: você terá um toca disco, de novo!

album amigo do tempo

Saiu o terceiro CD do Mombojó, Amigo do Tempo. Esse é o primeiro álbum desde Homem Espuma (2006).

Baixe o álbum completo no www.mombojo.com.br ou faixa-a-faixa nos links abaixo.

“Entre a União e a Saudade”

“Antimonotonia”

“Passarinho Colorido”

“Justamente”

“Qualquer Conclusão”

“Praia da Solidão”

“Casa Caiada”

“Aumenta o Volume”

“Triste Demais”

“Amigo do Tempo”

“Papapa”

fyfe dangerfield

Botando o pé no mercado musical [e o pé direito], Fyfe Dangerfield lançou o seu álbum debutantes, Fly Yellow Moon, em 18 de janeiro de 2010. Como uma das boas promessas que o ano de 2010 já apresentou, o músico inglês traz um disco recheado de [boas] influências e faz uma bom apanhado da música pop.

Beck, Damien Rice, Britpop, folk [dos bons], tudo isto se mistura neste trabalho que, surpreendente, não se reconhece as influências em cada música; mas está tudo lá. Fyfe conseguiu reunir várias referências num som próprio, sem muito rótulos.

When You Walk In The Room

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Faster than the setting sun

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Pra tirar a prova, faça o download do álbum..

de volta

Depois de desprezado e jogado de lado, ele toma a cena e promete trazer bons níqueis para o cofre das gravadoras. Sim, elas ainda existem.

Estamos falando do vinil, dos discos ou, se preferir, do bolachão – ele está de volta.

No intervalo das gravadoras tomarem um fôlego para reclamarem das transferências de músicas na internet, P2P, etc, a vendagem de álbuns em vinil brilhou os olhos dos cartolas da música. Só nos últimos anos, os EUA bateram a cifra de 2,5 milhões em venda de discos.

dos Beatles ao Arcade Fire

Tanto títulos antigos como novos fazem parte desses mimos para music lovers. Na última vez que estive nos EUA, em 2008, vi uma infinidade de discos a venda, era de brilhar os olhos. Inclusive, trouxe o álbum Bleach para um amigo.

Então percebi que dificilmente o digital irá derrubar de vez o físico. O consumo de música está atrelado com o palpável – para o fã. As duas formas de música, a digital e a física, podem coexistir, não é preciso que uma anule a outra.

E para o fã, o formato de vinil é mais atraente. Tanto pelo grande encarte e capa [como eu gosto de capas de discos! Imagina se com o digital elas acabarem =0], como pelo som rústico que o formato traz. Se quiser um som limpinho, bastar dar play no Ipod – por isso, o CD sobra nessa brincadeira.

Sou a favor do livre trânsito de música [e qualquer outro dados na web], mas a indústria cultural precisa entender que isto muda o rumo do mercado, mas não acaba com ele. É preciso apostar em novas formas de explorar a arte dos músicos, pois com a maior divulgação de informações na internet vai crescer a procura por informações sobre artistas – para outros, não.

De olho nessas cifras, a Deck Disc comprou a última fábrica de ´bolachão´, a Polysom, em Belford Roxo [RJ], que estava fechada desde 2007, passou um óleo nas máquinas e botou as geringonças para funcionar.

E deu tudo certo! Nesta semana, chegam às lojas os primeiros filhotes dessa empreitada, os seguintes discos:  “Onde brilham os olhos seus”, de Fernanda Takai; “Fome de tudo”, da Nação Zumbi; “Cinema”, do Cachorro Grande; e “Chiaroscuro”, de Pitty, todos relançamentos da Deckdisc em vinil de álbuns que já estão disponíveis em CD.

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