shake it

Música é feita para dançar? Nem sempre. Mas nesses casos… sim. Escolhemos aqui 3 cenas de filmes com boa trilha e dancinhas à altutra. Os escolhidos – uns ganharam até troféu e outro uma canja do Ray Charles – são de filmes bons e que conseguiram combinar uma boa [divertida] cena de dança com uma boa música na vitrola.

Olha só:

Lap dance em Death Proof


Evabody shaking em The Blues Brothers

O Twist Contest em Pulp Fiction

Bonus Track!
A cena que fez os adolencentes dançarem junto. Go Ferris!

do i have your full attention?

- Do you think i deserv it?

- no

dexter | typography

um dos vários monólogos bacanas da série Dexter.

reservior dogs | typography

why mr. pink?

rocky balboa | typography

o melhor monólogo do filme:

as oito regras do fight club

mais filmes em tipografia: Fight Club.

superbad typography

a vez do superbad:

monólogo do woody allen em Annie Hall

i love your way | lisa bonet

mais de high fidelity

conversas imaginarias

Sabe a sensação de repassar na cabeça conversas e diálogo que nunca existiram. Então, o video a seguir é um pedaço disso.

O vídeo é uma cena de High Fidelity [Alta Fidelidade]. Vale a pena rever. Na próxima semana colocarei várias partes bacanas e top 5 de um dos filmes mais foda que tem a música como tema central e com um dos personagens mais fodas: Rob Gordon.

harold crick plays


Eu gosto dos filmes do Will Ferrell. Não de todos, mas de boa parte deles. Eu sei que são bobos, mas não se explica tudo.

Mas o filme Stranger Than Fiction é um filme do Ferrell de não ter vergonha de gostar. Um filme bonito e poético. Por isso, separei uma cena que gosto muito: quando ele toca violão para a “namorada”, pois sabia que ia morrer e não deixou nada para outro dia.

olha aí:

entrevista | mombojo [marcelo machado]

No Brasil o mercado de trabalho concentra as principais oportunidades nos grandes centros, em especial, em São Paulo. No caso da música não é diferente.

Gaúchos, mineiros, baianos, pernambucanos e todo tipo de gente abandona o lar-doce-lar e se joga nos palcos de São Paulo e do Rio de Janeiro para fazer acontecer o que mais desejam: tocar; e, por que não, serem melhores remunerados pelo que fazem.

O blog Plug de Ouvido entrevistou vários músicos, e, dessa vez, o Marcelo Machado, da trupe do Mombojó, fala sobre o mercado brasileiro do showbusiness e a necessidade de se alocar no sudeste brasileiro para estar perto das grandes produções.

Plug de Ouvido: Como é a aceitação do público Pernambucano com os artistas regionais (no próprio estado)?

Mombojó: Os shows, que pelo menos eu frequento, são muito apreciados pelo público pernambucano, tanto do Mombojó quanto de outros artistas.

PdO: Como é aceitação dos shows em São Paulo?

M: Também é muito boa… uma das únicas diferenças que eu noto em relação aos dois públicos é que o público de São Paulo está mais acostumado a pagar para ir aos shows.

PdO: Quais elementos, no seu ponto de vista, atraem o público do sudeste para essa geração de músicos Pernambucanos?

M: Talvez a autenticidade dos artistas de Pernambuco, se você notar quase todas as bandas são muito diferentes entre si em Pernambuco.

PdO: O Brasil é um país imenso e com uma grande diversidade cultural, você acredita que há lugar para essa diversidade ou ela se reserva a pequenos espaços e predomina poucas manifestações artísticas?

M: Eu acho que há um espaço para a diversidade, mas ainda acho muito pequeno em relação aos artistas que predominam no mainstream da música brasileira. Eu acho que com as novas formas de divulgação, os ouvintes vão ter mais acesso aos artistas de forma geral.

PdO: Há um intercâmbio entre os músicos de Pernambuco? Como?

M: Eu acho que sim. Quase todos os artistas já participaram de projetos de outros artistas em Pernambuco, e se não tocaram juntos, pelo menos se conhecem de alguma forma.

PdO: Você acredita que é preciso morar em cidades como SP e RJ para poder ter as grandes oportunidades no meio artístico?

M: Infelizmente sim.

PdO: O que mais te agrada na cidade de São Paulo?

M: Eu gosto muito da dinâmica de trabalho que se têm em São Paulo. É uma cidade que se você procurar trabalho você tem uma chance muito grande de achar.

PdO: Qual foi a importância da Nação Zumbi para a consolidação de uma cena musical em Pernambuco?

M: Eu acho que o manguebeat é um movimento muito bom porque ele preza pela união dos artistas e ao mesmo tempo pela diversidade, então para artistas novos como o Mombojó, é muito gratificante fazer parte disso tudo. Muitas vezes nós já chegamos nos lugares “ganhando de 1 a zero” porque o nome de Pernambuco é muito valorizado por artistas de Recife e do Manguebeat como a Nação Zumbi e o Mundo Livre

música `Casa Caiada´, do próximo álbum da banda

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