foo fighters | anaheim convention center

Segunda-feira, né… Uma das coisas que pode fazer a segunda ficar melhor é um show do Foo Fighters.

Oh, wait!

beirut à brasileira

Já tinha visto um vídeo da Banda Beirut tocando leãozinho do Caetano Veloso. Mas esse vídeo além da canção e mostra umas referências bem brasileiras do frontman da banda, Zach Condon.

foo fighters no lollapalooza

O Foo Fighters tocando no Lollapalooza e você aí..

crédito: vi isso em tudo quanto é blog =P

mais belle ao vivo

Tinha um certo preconceito pelo show deles. Sou bem fã dos discos, mas aquela atitude blasé em que liam trechos de livros no palco, não cola comigo. Mas, para a minha satisfação, errei e por muito: o show do Belle and Sebastian é um dos espetáculos que de cult só tem a fama.

Às 21h, pontualmente, no Luna Park, em Buenos Aires, as luzes se apagam e a trupe entra no palco e se inicia o espetáculo da banda irlandesa. Se eles queriam ser cult, foram bem meia-boca. O Stuart Murdoch pulando no meio da plateia e subindo pelas arquibancadas cantando, tava mais pra o pop que o Bono, ou quase lá.

O show começou com a boa música de abertura do mais recente ábum, Write About Love. Este não é o melhor CD da banda, mas briga forte pela segunda posição; já que o The Boy with the Arab Strap parece ser ainda intocável no primeiro lugar. Mas a primeira música do espetáculo “I didn’t see it coming” mostra uma face que você descobre com o Belle and Sebastian em cima do palco: músicas que trazem uma animação tímida, no ao vivo tomam cores e você nunca mais consegue ouvir aquela música como se não fosse a mais animada, sem que bata os pés no chão e cante involuntariamente trechos.

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Make me dance, I want to surrender
Your familiar arms, I remember
We’ve been going transcontinental
Got no car, we just take a rental

E o show seguiu como os fãs queriam. Pelo menos da onde eu estava parecia que estavam gostando. A plateia subiu em cima do palco, sucessos antigos, as músicas boas do novo disco, diálogos com o público, enfim… o pacote completo para que as milhares de pessoas que estavam naquela arena argentina voltassem com o sorriso no rosto para casa e as músicas em looping na cabeça.

E um bom show deixa dessas coisas. O show do Belle and Sebastian deixa as músicas deles mais belas. Assistir esse show nas terras portenhas tem o seu valor: como é bom sair de um show bacana e sabendo que você pode esticar para tomar um bom vinho com empanadas a preços módicos. Pensando bem, o show me fez pensar que Buenos Aires é ainda mais bacana! Para quem começou o texto subestimando a apresentação do Belle and Sebastian, parece que me conveceram. Pelo jeito, sim. Porque como diz aquele cara com um relógio de pulso grande e que é apresentador de tevê: “quem sabe faz ao vivo”.

e assim foi o paul

Ainda com saudade. foi foda.

Helter Skelter

Live And Let Die

Get Back

All my Loving

Venus And Mars/Rock Show/ Jet

Blackbird

My Love

Let It Be

show da amy no brasil

Amy, Amy, Amy… Sim, pelo visto o a maior nome do Soul dos últimos anos vem ao Brasil: Amy Winehouse. Depois de dois CDs que já entraram para a história da música negra – Frank e Back to Black - e também depois de muitas capas de jornais, quilos perdidos, escandalos diários para os tablóides ingleses e clínicas de reabilitação, a talentosa moça londrina chega ao Brasil para a esperada turnê.

O show da Winehouse acontecerá em quatros cidades: São Paulo, Florianópolis, Recife e Rio de Janeiro. Nessas três primeiras cidades o show virá pelo festival Summer Soul, que conta com duas ótimas surpresas no line up, Janelle Monáe e Mayer Hawthorne. No Rio de Janeiro o show não contará com a estrutura do festival, será o show da Amy Winehouse e com a abertura da também fantastica Janelle Monae.

Janelle Monáe torna ainda mais imperdivel esses show. Para quem – como eu – é fã de um bom Soul, essa cantora traz com qualidade e frescor a boa música negra.

Confira as datas:

Florianópolis – dia 8 de janeiro no Summer Soul Festival
Rio de Janeiro, dia 11 de janeiro
Recife, dia 13 de janeiro, no Summer Soul Festival
São Paulo – dia 15 de janeiro, no Summer Soul Festival

Os ingressos estarão a venda com preços que variam de 100 a 700 reais para ver a Londrina em terras brasileiras. As entradas estarão à venda pelo site www.livepass.com.br e pelo telefone 4003 1527 (custo de ligação local).

paul is alive


Se não fosse pelo suspensório e pela calça de cintura alta, diriam que tinha um jovem ali em cima do palco. Doce ilusão, o Paul nos fez sentir que estávamos num show de um artista empolgado com a música, como se fosse ontem, como se estádios lotados não fossem sua vida desde sempre.

Mas quem estava ali em cima do palco era Paul McCartney, Macca, Sir. Paul McCartney, whatever. Um dos caras que contribui para a criação de tudo que entedemos de música pop hoje: turnês, conceitos de álbuns, vídeo clipes, gravações de discos e muita coisa. Isso importa para poucos [e detalhistas] fãs de música.

O maior legado de Paul McCartney para a música são suas canções, suas parcerias e o coração grande de quem, desde muito jovem, fez da sua rotina falar para as pessoas o que elas nunca achavam palavras para se entender; e lá vinha um menino de Liverpool e pronto.

Do seu pai até você – mesmo você se achando muito moderno –, o Paul consegue fazer vocês dois chorarem do mesmo jeito quando encosta os dedos cansados no piano e começaWhen i find myself in times of trouble, mother Mary comes to me, speaking words of wisdom, let it be”. As lágrimas escorrem quando se repete quase como mantra Let it Be! “There Will be na Anwser, Let It Be”.


Não deve ser fácil abrir o coração para um estádio cheio e contar detalhes – em forma de música – de sua relação com o seu amigo de infância ["Here Today"] que foi assassinado loucamente por um lunático.

Nem deve ser fácil também cantar para milhares de pessoas, como se estivesse no piano em seu quarto escuro, a música que fez para a sua ex-esposa que morreu precocemente. Nada disso deve ser fácil, mas Paul deve saber bem disso. É para poucos a arte de cantar “Take a sad song and make it better” e realmente fazê-lo.

E cantar uma das músicas mais bonitas da música pop, de um cara que ele sempre cuidou como um irmão mais novo e tocá-la com o Ukelele dado por Harrison antes de morrer a Paul e que, desde então, ele sempre toca “Something” com ele. No fundo, parece que Macca tem um carinho de irmão mais velho com todos: faz com que todo mundo cante, anima o coro dos felizes depois das músicas, volta duas vezes para o bis para tocar uma música como Yesterday, que deve estar cansado de tocar, mas parece saber como é importante para quem está do outro lado.

Fãs do ieieiê, Wings, hippie, psicodélica ou qualquer outra fase que você acha que os Beatles e o Paul McCarteny tiveram, elas todas entraram no show. Desde a atual Dance Tonight até a All My Loving, o Sir fez um setlist que durou quase três horas, entre músicas e cantarolações junto com a plateia.

A apresentação é um dos espetáculos mais fantásticos do famigerado showbusiness, basta assistir à épica música para a trilha de 007: “Live and let Die”.

Longe dos fogos de artifícios disparados por cima do palco, estava a festa dentro de cada fã, ali no Estádio do Morumbi. Mesmo após o fim do show, os fãs foram embora cantando o trecho libertador de Hey Jude. Sabe o ”Na, na na na na na, na na na, Hey Jude“? Então, todo mundo cantando pelos corredores do estádio como se o show tivesse terminado, mas como se estivesse levando alguma coisa diferente daquele momento. Talvez um: “Remember, to let her into your heart,then you can start, to make it better.”

play it: dave matthews band | swu

Shake Me Like a Monkey

You Might Die Trying

Cornbread

Don’t Drink The Water

All Along The Watchtower

Crash Into Me

Crush

You and Me

Ants Machine

Two Steps

green day pede desculpas

São Paulo

Eu sei que não tenho nada a ver com isso, mas roqueiro que passa lápis no olho [ou sei lá o que seja aquilo] já me inspira desconfiança. Eu fico imaginando: roqueiros devem ter muita coisa para fazer no camarim antes do show – uma delas é evitar que fiquem tão mal a ponto de não subir no palco – certamente atrasar o show para ver se sua maquiagem está boa não é uma delas, pelo menos na minha fertil imaginação.

Mas o cansado Rock ‘N Roll prega suas peças. O Green Day que há anos é acusado de ser vendido, se tornando comercial demais – muitas coisas com razão ou não – fez um dos shows mais pulsantes do rock neste ano.

12 anos sem pisar no Brasil para shows, – da última vez que a banda veio ao Brasil Billie Joe ainda não passava lapis no olho – o Green Day surpreendeu incluindo mais cidades em sua agenda do que as tradicionais cidades brasileiras que recebem turnês internacionais. Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo foram as cidades que receberam o show dos californianos. Praticamente 3 horas de show. Claro que não sozinhos, pessoas da plateia subiram no palcos em algumas músicas e assim foi. Isso mesmo: 3 horas. Agradando desde os skateistas que ouviam Dookie no meio década de 1990 até os adolecentes que acompoanhavam American Idiot pela MTV. Públicos diferentes para a mesma banda. Como se não bastassem essas misturas, ainda coube no repertório o rock de outras gerações, como ‘Iron Man’ [Black Sabbath], ‘Rock N’ Roll’ [Led Zeppelin], ‘Sweet Child o Mine’ [Guns N' Roses], ‘Highway to Hell’ [AC/DC], ‘Satisfaction’ [Rolling Stones] e ‘Hey Jude’ [Beatles].

Deu pra perceber que pelas músicas que o Green Day foi político [no bom sentido], e conseguiu fazer bem o que, no minimo, se espera de um show de rock: emoção. Por isso, o incrível show do Green Day no Brasil foi mais do que um espetáculo de rock de roqueiros na crise de meia idade, mas um pedido de desculpa [não pelo lapis de olho] pelos 12 anos que ficaram sem passar por aqui. Que não demore tanto para a próxima vez.

beatles | rooftop concert

Com a eminente vinda do último Beatle no Brasil – ok. convenhamos… o Ringo é aquilo né: sempre vai ser um Beatle, mas sei lá – vale a pena rever o último show do grupo em púbico.

O famoso Rooftop Concert, que foi terminado precocemente pelos policiais britânicos, foi gravado e entrou para a história. Muitas coisas já estavam ali nas entrelinhas dos relacionamentos pessoais dos integrantes – isso fica claro para quem leu algumas entrevistas dos últimos anos do Beatles ou até mesmo o livro do Bob Spitz.

No entanto, fica claro que quando os amplificadores estavam ligados tudo virava surreal. A magia que era, mesmo em meio ao caos dos relacionamentos do fab four, eles se entregavam ao som quando tocavam.

Para aquecer a turnê Up and Coming Tour, que visita o Brasil, vale rever um dos momentos emblemáticos do Paul McCartney.

Primeira Parte

Segunda Parte

Terceira Parte

wilco + feist

You and I

na ponta dos dedos

O primeiro álbum após a morte do saxofonista e fundador da Dave Matthews Band, LeRoi Moore, a banda lançou Big Whiskey and the Groogrux King – em homenagem ao músico.

Mais um álbum fantástico do grupo que tem como “líder” o sul-africano Dave Matthews.

Confira abaixo a música You and Me . A canção tem uma história curiosa. Durante um passeio de barcos com amigos, Dave escreveu em seu Iphone a letra da canção.

Muita inspiração. Ouçaí…

15 anos de caos

Nação ZumbiEnquanto lá no outro lado do Atlântico, na ilha da rainha, o movimento musical da década de 1990, o Britpop, parece não ter mais força após o fim [mais uma vez] da banda referência do período, o Oasis. Enquanto isso, no Brasil, a situação é outra: as bandas ´noventistas´ estão fazendo mais barulho ainda – o barulho do caos.

Neste último final de semana, na sexta-feira, 18 de setembro, foi comemorado em São Paulo os 15 anos do lançamento do álbum Da lama ao Caos. O CD deu o pontapé inicial em um dos movimentos musicais mais emblemáticos da década passada – e um dos que mais tinha o que falar. Com shows das bandas Nação Zumbi, no Citibank Hall, e do Mundo Livre S/A, no Studio SP, os pernambucanos mostraram na capital paulista que o mangue beat continua a influenciar e a fazer história.

O manifesto “Caranguejo com Cérebro”, escrito por Fred 04, vocalista do Mundo Livre, foi responsável pela unidade ideológica entre algumas bandas de Recife, que contribuiu para formar o contorno de movimento a um grupo de pessoas que buscavam encontrar na riqueza regional ferramentas culturais fortes. “Hoje, Os ´mangueboys´ e ´manguegirls´ são indivíduos interessados em hip-hop, colapso da modernidade, Caos, ataques de predadores marítimos (principalmente tubarões), moda, Jackson do Pandeiro, Josué de Castro, rádio, sexo não-virtual, sabotagem, música de rua, conflitos étnicos, midiotia, Malcom Maclaren, Os Simpsons e todos os avanços da química aplicados no terreno da alteração e expansão da consciência.”, diz um trecho do manifesto.

“A importância do Nação Zumbi foi total, pois abriram caminho para essa nova geração e ainda abrem e estão bem na frente de todo mundo”, comenta Dengue, baixista da Nação Zumbi. Inspirados na trupe liderada pelo então vocalista, Chico Science, é que dezenas de bandas pernambucanas despontam na cena musical brasileira, ainda trazendo na essência a inovação do mangue beat (leia Bandeirantes Pernambucanos).

“Eu acho que o mangue beat é um movimento muito bom porque ele preza pela união dos artistas e ao mesmo tempo pela diversidade. Para artistas novos como o Mombojó, é muito gratificante fazer parte disso tudo. Muitas vezes nós já chegamos nos lugares ´ganhando de 1 a zero´ porque o nome de Pernambuco é muito valorizado por  causa de artistas como a Nação Zumbi e o Mundo Livre”, confessa Marcelo Machado, integrante do Mombojó.

Os protagonistas desta efervescência não se consideram líderes ou mesmo o mangue beat como um movimento. “Nunca pensamos nisso como um gênero, um movimento como a bossa nova ou o tropicalismo. Não somos carro-chefe de nada”, comenta o guitarrista da Nação Zumbi, Lúcio Maia. Apesar de não se considerarem um movimento, a verdade é que tanto o Citibank Hall, quanto o Studio SP, estavam cheios de ´mangueboys´ e ´manguegirls´ para celebrar os 15 anos do lançamento do álbum do Da Lama ao Caos. Com participações de Fred 04, Otto e B Negão, o Nação fez, no dia 18, um show com repertório baseado no seu álbum debutante. Com a mesma potência da guitarra de Lúcio Maia e o peso da percussão da lama e do caos das raízes pernambucanas.

No dia seguinte ao show do Nação Zumbi, o Mundo Livre S/A subiu ao palco do Studio SP e destilou ao som do cavaquinho e da guitarra a nóia política e o maracutu do Samba Esquema Noise, lançado, também em 1994.

_enquanto isso…

Fred 04 está cada vez menos caos e mais pragmático. Tanto em sua participação no show do Nação Zumbi, na Conexão PE, no Citibank Hall, quanto em seu show no dia 19, o vocalista disparou contra a internet e contra o computador. Exigindo mais regulação sobre o compartilhamento de música na internet, mais vigilância.

O fim de semana do caos em São Paulo pode mostrar que, apesar dos quinze anos do “início”, o mangue beat está ainda pulsante e criativo. Sem parar de produzir, ao contrário, continua inovando e trazendo novas propostas musicais – ou de caos. Como diz a música chefe do Da Lama ao Caos: “É me desorganizando que posso me organizar”.

Amie

Mais Damien Rice:

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“This is a song about getting up in the morning and falling down the stairs on your way into the kitchen. And going into the kitchen with a really sore ankle. And taking some food out for breakfast and realizing that the yougurt has got fungus on the top. Then you decide, ok, I’ll just have some fruit. The fruit’s not particularly satisfying, because you’re looking for something a bit more comfortable. There’s a tin of beans, but you’re just not inspired. You go out, to go down to the shops.

You had a piece of an apple, but it had been sitting for too long so it wasn’t particularly nice. So you get in the car and go down to the shops. You get in the car and on your way to the shops to pick up some stuff, and on your way to the shops you realize you forgot to bring money. You go back to the house, and by the time you get back to the house you’re dizzy from being so hungry. You start getting really pissed off. Your mother calls, and its not the conversation you wanted to have right at that moment in time.

You decide you’re going to stay in and you’re not going to eat anything because you’re just fucked off. So you call a friend later on that day and she says “come on over to the house. Just get on the bus, and come on over to the house”. So you get on the bus, go to your friends house. She says “what’s up with you?” “I don’t fuckin know, I’m just pissed off” And she’s one of these people that it doesn’t matter that you cursed at your mother earlier in the day or it doesn’t matter if you’re a dick, she just accepts you and likes you for who you are. At this point you’re looking for anything to give you a bit of solace. And your friend says “hey look, why don’t you stay the night here tonight? My bed is by a big massive window, you can just stare out at the stars.” And for a moment, the guy in you goes “cool”. And she continues talking, in mid sentence you had this thought and she says “yeah I’ll stay up by my sister tonight.”

Anyways, so she tells you to look at the stars and just ask them for a sign, you know, she says “when you’re really down, just ask them for a sign”. Ever so mildy hippy, this girl. And so I remember lying there and kind of going “ok, goodnight” she closed the door. Waited a few minutes, looked at the stars. Everything went quiet. Spent a bit of time with myself. Felt a little bit better. Then decided to go to plan B, and started looking at the stars and said “Ok stars, give us a sign”.

And right at that moment where I said “common, just do something” there’s a shooting star and I thought, “Fuck…cool!” but then I got cynical straight away. And I looked up and I said “Look, I’ve seen a fucking shooting star before, I want you to impress me tonight, I want you to show me something to really believe in”. I don’t know what happened, but something happened. I don’t think I’d been drinking or, you know, under the influence of anything, but something very strange happened and the next day I wrote this song.”

Damien Rice no Brasil

Um dos compositores mais importante na atualidade, na minha opinião, irá tocar no brasil no fim deste mês: Damien Rice. Ele irá realizar o primeiro show em São Paulo, no dia 30 de janeiro, e , no dia 1º de fevereiro, em Florianópolis.

Em 2007, tive a oportunidade de ir ao show deste gênio. Muita musicalidade e despretensão fizeram todos que estavam na platéia ficarem impressionados com a forma de se apresentar: simplismente única. Improvisos, conversas e piadas, tudo fluia de acordo com felling do artista.

Todo o improviso da música dele reflete nos albúns que ele lançou. Damien Rice já colocou no mercado varios albúns com 4 ou 5 músicas, e shows gravados. Muitas dessas músicas estão na ponta da lígua dos fãs, mesmo que, oficialmente, o Damien Rice só tenha dois LPs (Long Play) . Essa música abaixo foi apenas lançada no álbum B side

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Abaixo segue uma entrevista de Rice, onde explica um pouco sobre o seu processo de compor e de se apresentar.

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