Segue a lista de alguns bons comerciais que foram veiculados no intervalo do grande evento da NFL, o Superbowl. Olhe abaixo, se quiser conferir todos… visite aqui!
Audi
Pepsi
Volkswagen
Doritos
Criada pela agência argentina Weareplace, a campanha feita em pôsteres e tipografia fala sobre as redes sociais e seus usos. No site da empresa tem exemplo de trabalhos legais ligados a tecnologia e audiovisual.
Para falar de ouvir música em rádio, nada melhor do que voltar as origens. Lembra da época que se passava horas em frente ao aparelho de som com o dedo empunhado no REC para não perder o início da música – às vezes o locutor atrapalhava tudo falando em cima. Então, esse é o mote da campanha da Rádio Guarani [uma rádio de rock clássico de Belo Horizonte], as benditas fitinhas.
Os desenhos com as fitas foram feitos pela designer Erika Iris. Abaixo tem alguns outros trabalhos da moça, muito bacana por sinal.






Olha que genial esse vídeo para explicar a nova ferramenta do Google: Priority Inbox. Para começar, a ferramenta é excelente.
O Gmail possuirá um mecanismo de inteligencia que elege os seus e-mails prioritários; alguns dos fatores que influenciará isso é a frequêncuia com que você recebe e dá reply para o remetente. Bom, né?
Para uma ferramenta boa, um vídeo ótimo e bem divertido para explicar o Priority Inbox. Veja aí:
Campanha do Iphone 4. No comercial do novo aparelho da apple o gadget do Steve Jobs explora a vídeo conferência.
Campanha criada pela TBWA\Media Arts Lab (USA).
O vídeo que eu mais gostei foi o big news. Esse primeiro aí abaixo, ó:
big news
haircut
meet her
smile
Neste sábado serão anunciados os premiados. Confira os brazucas finalistas:
Crooked Face – Twix – By Almap/BBDO
Garrafa – Doritos – By AlmapBBDO
Sapatos – Mini Bis (Kraft) – By Ogilvy
Black and White – Detergente Skip (Unilever) – by Borghierh/Lowe
Autógrafo – Topper – by Talent
Certo e Errado, para SBT Esquadrão da Moda, by Talent
Ainda em clima de Copa do Mundo, a continuação para os brasileiros da campanha da Nike Write The Future. No filme, mostra o que acontece com o Robinho em campo e fora dele.
Making of da campanha da Nike para a Copa do Mundo: Write the Future.

A Nike lançou ontem a campanha Write the Future. Além de usar as redes sociais, a nova empreitada da marca traz um vídeo sensacional com alguns astros da pelota: Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney, Landon Donovan e Ronaldinho Gaúcho, entre outros.
O vídeo assinado pela Wieden & Kennedy Amsterdam, mostra as consequências do desempenho do atleta em campo na sua vida: os fracassos ou a glória.
Apesar de não ser patrocinadora oficial da Copa do Mundo, estandarte que a concorrente Adidas carrega, a Nike já mostra que também que participar e aparecer durante o período que o mundo todo se reúne para assistir futebol; onde muitos jogadores patrocinados pela marca esportiva americana vão brilhar.
Vejaí:
O Grupo Schin começou muito bem com o teaser para o lançamento do novo produto. No intervalo de um dia de grande audiência do BBB, no horário badalado de domingo, e colocou a continuação do comercial na mão dos Twitters para eles descobrirem.
Toda a campanha foi para lançar o novo posicionamento da Devassa – que há dois anos faz parte do Grupo Schin – com o lançamento do líquido em garrafa retornável 600 ml .
Tudo parecia perfeito: Crossmedia, Twitter, divulgação num horário de grande audiência e etc. É, caro leitor, aí começou o erro.
Para viralizar no Twitter, há suspeitas [praticamente 99%] de que o grupo contratou ´tuiteiros´ para fazer ´bombar´ a hashtag na mídia social e fomentar a curiosidade: “WTF é a #bemmisteriosa”.
No entanto, a ideia acabou repercutindo mal – principalmente pela falta de transparência desses usuários. No fim, ainda descobriram que o bem misteriosa não se revelava através da quantidade de tweets com a tag #bemmisteriosa, mas com o passar do tempo: o que fez os usuários se sentirem como bobos.
O que tinha tudo pra ser um grande case de crossmedia (por que começou na tv e reverberou na internet), foi um caso de falta de planejamento que gerou um buzz inicial e as pessoas desse buzz se sentiram ´traída` com o desfecho da ação.
Segue alguns tweets
guicz O buzz da ação da Devassa com aquela função de #bemmisteriosa tá feito. Mas pode muito bem ter um efeito bem contrário ao esperado.
camilobarros A campanha da #bemmisteriosa fez a tentativa #fail de cross digital + midia tradicional, perdeu o timming e graça.
Abaixo, segue trechos retirados do post “Mídias Sociais não são para qualquer um, entendam isso”, retirado do ótimo blog Um Passinho à Frente.
Bem Misteriosa, errando e ensinando.
Ontem o Twitter foi INUNDADO com a tag #bemmisteriosa. Basicamente trata-se de uma campanha que direciona os internautas para um site, hospedado pela Schincariol, onde vemos “algo” através de um buraco de fechadura. Pelo planejamento, falho, da campanha os internautas seriam estimulados a tuitar a tag para que a imagem por trás do buraco da fechadura se revelasse. Uma campanha que conta claramente com duas coisas: a capacidade de replicação de alguns relevantes do Twitter e com o voyeurismo da turma. [E com a força da mídia tradicional já que compraram anúncios em alguns dos horários mais caros da TV]
O interessante é que no projeto havia uma falha. O Merigo, do Brainstorm9, foi o primeiro a alertar que o número de twitters não tinha nada a ver com a revelação, que ela aparentemente seguia um padrão cronal, ou seja, se revelaria com o passar do tempo independente do número de tweets usando a tag. Como a turma é do mal alguém logo descobriu que alterando a data do computador o internauta que entrasse no site teria acesso a resposta. Mau, sapão, muito mau.
Quando menos é mais e quando mais é realmente demais.
Um Buzz que gere 30 mil Tweets em 24h é algo digno de Jack Bauer ou de Michael Jackson. Só matando ou morrendo. Não é fácil se o conteúdo não for MUITO bom, coisa que o Bem Misteriosa não é. Não é ruim, vejam lá, mas não é NADA que mereça esse grau de viralização.
O que os caras fizeram? Compraram tweets de perfis relevantes. Observe que é uma TEORIA minha e não uma acusação.
Não dá para provar, claro. Vender tweets sem identificá-los como sendo pagos é coisa de Tessália – que foi apedrejada por causa de um tweet pago não identificado para o grupo Wall Mart – e nenhum blogueiro de renome se colocaria no mesmo nível da nova vilã do universo digital. Eles são melhores. Ninguém assumiria ter feito – apesar de na maior parte dos casos estar muito claro.
Veja bem, como profissional não vejo nada demais em vender ou comprar tweets. Faz parte do jogo. Cabe a quem vende e quem compra chegarem a um acordo para que o internauta não se sinta realmente enganado. Cabe a quem vende saber que não dá pra “anunciar” qualquer coisa sem ofender seus seguidores.
Alguns perfis, como o @ocriador, marcam tweets pagos com um singelo [$] em seu final assumindo assim um compromisso de transparência com seus leitores. Ele entende que credibilidade é a sua maior moeda e que não vale a pena arriscá-la por alguns caraminguás.
Mas o que entregou a estratégia foi a falta de planejamento. Se os tweets pelos perfis relevantes fossem melhor planejados a coisa funcionaria diferente. Primeiro no que diz respeito a quantidade. Deveria ter sido feito um planejamento para que os relevantes fossem aderindo aos poucos e não todos ao mesmo tempo. Isso faria com que parecesse mais natural.
E quanto ao conteúdo? Oras, algo como “Ei, @fulano, você faz ideia do que seja essa tal de #bemmisteriosa que está rolando?” é muito mais eficiente que “Estou curioso com essa #bemmisteriosa. Você não está? [link]”. “O que será essa #bemmisteriosa que todos estão falando, eu não sei o que é mas quero saber [link]”. Não sei se foram os relevantes que definiram suas linhas ou a agências… mas são ruins e óbvias que doem.
Não demorou para que os internautas se sentissem enganados e ativassem o modo rage/troll de parte deles. Não demorou para que os relevantes que baixassem o sarrafo em Tessália fossem alçados ao mesmo nível dela. E assim um BUZZ suplanta o outro, e o produto perde destaque para ação. Negativo, diga-se de passagem.
Segue alguns dos melhores comerciais que passaram durante a transmissão do Super Bowl 44. Se quiser ver todos, venha aqui!
Audi
Coca-Cola
Bud Light
Doritos
Intel
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