nos 3 | trilha (2)

Já que divulgamos as músicas que tocam na série Nós 3, vai aí a trilha dos episódios 3 e 4 da primeira temporada.

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tracklist

1. Phoenix – “If I Ever Feel Better”
2. Walter Meego – “Girls”
3. Ke$ha – “Tik Tok”
4. Little Boots – “New In Town”
5. Passion Pit – “The Reeling”
6. Friendly Fires – “Paris”
7. Vampire Weekend – “The Kids Don’t Stand a Chance” (Miike Snow remix)
8. Postal Service – “Such Great Heights”
9. Tegan and Sara – “The Con”
10. King Creosote – “No One Had It Better”
11. Vampire Weekend – “The Kids Don’t Stand a Chance”

rodrigo y gabriela

Vi no Sesiones con Alejandro Franco. Muito bom esse casal no violão. Veja aí:

Tamacun

Stairway to Heaven

novo show de vitor araujo

show
As partituras foram jogadas ao chão no início do espetáculo. Não que ele as rejeite, mas naquele momento o tempo da música seria o da emoção. O dedo no pulso. O improviso que pulsa do artista que não é trancafiado nas burocracias musicais e usa outras variáveis para executar a sua música: como o sentimento.

Assim é o concerto/show do Vitor Araújo. Pernambucano que não larga suas raízes, visse?  Em Junho estive no Tom Jazz para o lançamento da nova turnê do pianista: 1º ato – Paixão e Fúria (ou a angustia).

Misturado composições e releituras já conhecida do público do pianista, como a versão de Paranoid Android, o músico apresentou novas peças e agradou.

Munido não só de acordes, mas também de palavras, Vitor apontava contra o pragmatismo de alguns artistas com anéis de ‘doutores’  e trazia suas ricas raízes culturais para a plateia que se formou no bar paulistano.

O show não é só música. É interpretação. É lirismo. É arte. Durante 1h Vitor Araújo foi do racional ao emocional. E fez tudo o que a arte se propões [de acordo com os pragmáticos]: fazer pensar.

o vídeo abaixo traz imagens da apresentação no Tom Jazz

novo do of montreal

coquet coquette

Novo álbum da banda Of Montreal -banda veterana do Indie Rocksai este ano: já tem nome, arte da capa e música disponível.

O novo álbum, False Priest, tem o lançamento previsto para 14 de setembro. A produção do álbum está por conta de Jon Brion, que já assinou discos deo Eliott Smith, Keyne West, e trilhas como Punch Drunk Love e Eternal Sunshine of the Spotless Mind.

O novo álbum do grupo ainda deve contar com participações de Janelle Monae and Solange Knowles.

Ouça a música que já foi divulgada, Coquet Coquette.

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of Montreal

False Priest Tracklist:
01. I Feel Ya’ Strutter
02. Our Riotous Defects (feat. Janelle Monáe)
03. Coquet Coquette
04. Godly Intersex
05. Enemy Gene (feat. Janelle Monáe)
06. Hydra Fancies
07. Like a Tourist
08. Sex Karma (feat. Solange Knowles)
09. Girl Named Hello
10 Famine Affair
11. Casualty of You
12. Around the Way
13. You Do Mutilate?

to the sea

to the sea

É dificil se reinventar. Para os músicos… ainda mais. Primeiro, pelos fãs que querem a sua banda preferida tocando coisas parecidas com o que o fez os fizeram se apaixonar pela banda.  Segundo, porque é difícil se reinventar. Fazer o novo e com bom gosto.

Acho que o Jack Johnson tem feito isso. A cada álbum se distancia da fama de mellow que tinha e faz músicas mais encorpadas e trabalhadas. Não é só violão com barulho de mar ao fundo. Guitarras, bateria, metais… tudo se encontra nas faixas do novo álbum de Jack, To The Sea.

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Em ‘You and Your Heart’, JJ tenta fazer as primeiras estrofes só com um riff de guitarra, é fica bom – à Jack Johnson. E o world’s mellowest super star também vai bem no seu feijão com arroz, como na música ‘To The Sea’.

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Então… curta aí. Não é sempre que artistas se arriscam a sair da zona de conforto; ainda mais artistas pop como Jack, com músicas que não saem das rádios americanas.

Jack Johnson| To the Sea (2010).zip

stereo mood

behind every song there’s always an emotion. we don’t know why but maybe that’s why we love music

Essa é a ideia do site Stereo Mood. Diga a emoção ou um sentimento e pronto. Ele gera uma playlist com músicas que te interessam [pelo menos deveria]. Então quando estiver triste, feliz, com dia chuvoso, ensolarado.. tem por lá uma playlist na medida. ;-)

dica do

radiohead no ukelele

É… você que achou que o título estava errado… se enganou. Sim. Uma das músicas mais eletrônicas do Radiohead sendo tocada numa versão acústica, no Ukelele (?!).

<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/music.amandapalmer.net/album/idioteque');" href="http://music.amandapalmer.net/album/idioteque">Idioteque by Amanda Palmer</a>

A Amanda Palmer, ex-Dresden Dolls, lança o seu próximo álbum só com releituras da banda inglesa, acompanhada do seu Ukelele açucarado. O CD será entitulado Amanda Palmer Plays the Popular hits of Radiohead on Her Magical Ukulele.

Ainda terá no álbum versões de “Creep”, “High and Dry”, “No Surprises”, “Fake Plastic Trees” , “Idioteque” e “Exit Music (For a Film)”.

O lançamento está previsto para 17 de julho em seu espaço lá no Bandcamp.

album amigo do tempo

Saiu o terceiro CD do Mombojó, Amigo do Tempo. Esse é o primeiro álbum desde Homem Espuma (2006).

Baixe o álbum completo no www.mombojo.com.br ou faixa-a-faixa nos links abaixo.

“Entre a União e a Saudade”

“Antimonotonia”

“Passarinho Colorido”

“Justamente”

“Qualquer Conclusão”

“Praia da Solidão”

“Casa Caiada”

“Aumenta o Volume”

“Triste Demais”

“Amigo do Tempo”

“Papapa”

jay bennett

No próximo mês sairá o álbum póstumo do ex-integrante do Wilco, Jay Bennett. Bennett morreu em maio de 2009, aos 45 anos, por overdose de analgésicos.

Em julho, o álbum [Kicking at the Perfumed Air] será disponibilizado na internet, gratuitamente, no site da fundação criada pela mãe e irmão de Jay, Jeff, para preservar a memória do multi-instrumentista. “Este álbum é parte de um esforço grande para honrar a memória de Jay e aumentar o seu legado, ao expor para mais pessoas sua música e ajudar os esforço de caridade para fazer um mundo um lugar melhor”, diz um comunicado assinado por Jeff.

Wilco

Jay Bennett começou na banda em 95 como músico de apoio e logo virou parceiro do líder da banda, Jeff Tweedy. Jay deixou o Wilco em 2001, durante as gravações do aclamado álbum Yankee Hotel Foxtrot (2002).

Para quem não conhece, no documentário I am trying to break your heart mostra a gravação do album e a saída de Bennett. Vale a pena!

bandcamp

bandcamp

O Bandcamp é um site de streaming feito num formato parecido com o Myspace. Só que o formato traz mais possibilidades de customizações, além de comercializar a música de maneira fácil.

A platarforma é uma mão na roda para músicos e bandas. É só inserir o álbum e escolher quanto quer cobrar por ele ou disponibilizar gratuitamente para download. Veja o vídeo abaixo:

E passeando pelo Bandcamp, já descobrir várias álbuns banacas, como o Awkward Ballads for Easily Pleased e o The Stars.

Enfim, surgiu uma alternativa ao MySpace, já que ele tem um formato que explora mais as características de uma rede social e deixa a desejar na parte técnica, na organização dos fonogramas. No Bandcamp, é possível separar por álbum e incluir as características próprias de cada disco.

o que é

janelle monae

back to black…

dica do

otra cosa

otra cosaDepois de fazer a alegria das gravadoras vendendo milhares de CDs com o álbum MTV Unplugged, a Julieta Venegas traz o pop cantando em espanhol para o topo da cena novamente. O último álbum de Venegas, Otras Cosa, lançado em março mantém a euforia inerente da música latina.

Lançado no dia 16 de março, o álbum alcançou o terceiro lugar em vendas nas primeiras semanas de comercialização. Mantendo o estilo que a fez despontar na cena pop, a cantora mexicana consegue manter o nível de sua música e ainda explorar sonoridades não exploradas em seus álbuns anteriores. Mas que a moça é versátil… tá na cara! Basta ouvir as faixas que ela canta no aclamado álbum do cantor Otto: Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos.

Julieta Venegas – Otra Cosa.rar

otra cosa

dub star

Atenção: o material abaixo não é recomendado para os puristas.

Conheci por um amigo a banda Easy Star All-Star. Num resumo: são quatro músicos jamaicanos, que hoje moram em NY, que resolveram fazer releituras de álbuns ícones da música pop numa levada meio reggae, meio eletrônica, o Dub.

E quando fiquei sabendo que a primeira empreitada da banda foi o épico álbum do Pink Floyd, The Dark Side of The Moon, que virou o The Dub Side of The Moon, eu pensei: que cagada deve ser esse som.

Ainda bem que eu estava errado. Os três álbuns do Easy Star All-Star são ótimos. Até o momento estou preferindo a releitura do Sgt. Pepers, dos Beatles, o Easy Star’s Lonely Hearts Dub Band.

With a Little Help From My Friends

É uma experiência ótima pra quem já estava um pouco saturado de ouvir os grandes clássicos. Claro que clássicos não enjoam, mas às vezes damos um tempo e nessa releituras dá pra ver como um álbum bom pode dar bons resultados até em outras `praias´.

Karma Police

The Dub Side of the Moon (download)

Radiodread (download)

Star’s Lonely Hearts Dub Band (downlaod)

Os três álbuns lançados até então foram: Dub Side of the Moon (2003), Radiodread (2006) e Easy Star’s Lonely Hearts Dub Band (2009).

Villagers

Uma das boas descobertas que tive neste início de semana foi a banda Villagers. A semana que se inicia chuvosa e friorenta em sampa, vale a pena passar um tempinho sentindo o frio bater e ouvir Villagers acompanhado de uma caneca cheia de café.

O grupo é Irlandês e traz na veia a música folk, com um toque visceral, à Damien Rice.

A banda já lançou diversos singles, EP e um albúm que leva o nome da “música de trabalho” [se é que isso existe]: Becoming a Jackal.

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On A Sunlit Stage (Bathroom Session)

The Meaning of The Ritual

amor madrileno

Uma vez me falaram: “Esse último álbum do Arctic Monkey [Humbug] está meio esquizofrênico. Isso me assusta”. Foi isso que pensei quando pluguei os fones no ouvido e fui dar uma volta de bicicleta [minha nova mania] ouvindo o novo disco de Jorge drexler, Amar la trama.

No primeiro momento intimida, principalmente depois do último álbum [Cara B] que Drexler o comanda quase somente com o violão. Os ataques dos metais nas músicas iniciais são um susto, mas no contínuo das minhas pedaladas chego em canções mais longes e percebo que continua tudo ali: musica brasileira, cultura latina, milongam, e etc.

A bagagem de vida musical de Jorge está presente naquele trabalho, só que desta vez o marco zero de sua expedição não é o Uruguai, a Catalunha ou o Brasil; mas, sim, Madri. “Eu não preciso gravar Pixinguinha para mostrar respeito à música brasileira. Ela tem presença forte no que faço. Mesmo que às vezes se manifeste sutilmente, está no meu jeito de tocar”, explica o cantor.

Três Mil Milones de Latido e La Trama Y El Desenlace são as duas canções que abrem o disco e mostram um outro Drexler, um lado novo, mas soa já conhecido. A segunda faixa do disco tem na letra da canção Madri como pano de fundo.

“Camino por madrid en tu compañía,
Mi mano en tu cintura,
Copiando a tu mano en la cintura mía.
A paso lento, como bostezando,
Como quién besa el barrio al irlo pisando,
Como quién sabe que cuenta con la tarde entera,
Sin nada más que hacer que acariciar aceras”

As músicas seguintes trazem uma atmosfera que se reconhece detalhes de tudo que Jorge Drexler já fez, só que em outras formas e sons. Hoje, Drexler, para mim, é um dos músicos mais criativos e originais em atividade. Consegue ser autoral e criativo em cada álbum. Transformas canções de Leonard Cohen ou Caetano Veloso em canções `drexlianas´ sem desfigurar as originais, mas trazendo um sutil sotaque…musical. Pois o moço aí fala seis línguas, e, no português e inglês, ele não desaponta ao cantar as suas referências.

Jorge Drexler – Amar La Trama-(2010).rar

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