
Música é feita para dançar? Nem sempre. Mas nesses casos… sim. Escolhemos aqui 3 cenas de filmes com boa trilha e dancinhas à altutra. Os escolhidos – uns ganharam até troféu e outro uma canja do Ray Charles – são de filmes bons e que conseguiram combinar uma boa [divertida] cena de dança com uma boa música na vitrola.
Olha só:
Lap dance em Death Proof
Evabody shaking em The Blues Brothers
O Twist Contest em Pulp Fiction
Bonus Track!
A cena que fez os adolencentes dançarem junto. Go Ferris!
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Chelsea Dagger – The Fratellis
Reckless Serenade – Arctic Monkeys
Some Kind of Wonderful – Joss Stones
Drones in the Valley – Cage the Elephant
There is a Light that Never Goes Out – The Smiths
Pretinha – Marcelo Camelo
Best of All Possible Words – The Lillte Willies
Since You’ve Been Gone – Aretha Franklin
Girl – Beck
Heartbreak Hotel – Elvis
Maybe I’m Amazed – Paul McCartney
Rolling in the Deep – Adele
Mais que nada – Sergio Mendes & Brazil ’66

O Jerry Seinfeld realaciona a série que leva o sobrenome dele com música numa entrevista. E conta que encerrou o tv show com 9 anos em referência a carreira dos Beatles. Ainda mais interessante, né?! Boas referências!

O bom dessa banda é que ela te conta um segredo logo no seu nome: é mesmo A Banda Mais Bonita da Cidade. Tanto a música e as performances são de açucarar o seu dia.
Poesia e música com cores, um misto de alegria e melancolia. A banda é curitibana com ares boêmios da lapa carioca. Mas do que contar histórias, assista os clipes da trupe.
Oração
Canção pra não voltar
O clipe Oração me lembra o vídeo da banda Dinda, como bem comentou o Mark.
horto sessions#1_dinda parte 2 from horto filmes | clara cavour on Vimeo.
As inspirações estão todas aí… no ar. O vídeo do Kirby Ferguson mostra isso e como tudo isso pode virar um trabalho autêntico; remixando influências e umas pitadas a mais do autor.
Check it out:
Everything Is A Remix: KILL BILL from robgwilson.com on Vimeo.

A Tape dessa semana foi feita pelo João Bernardo. Sabe aquela música (e clipe) delicioso da música “Queria me enjoar de você“, sabe? Então é o rapaz que está por traz dessa canção gostosa e que com certeza logo vai trazer boas músicas da banda em um CD.
Por enquanto, escuta a seleção feita pelo vocalista da banda Dinda. Ficou bem brasileira, saca só…
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1- As curvas da estrada de Santos – Roberto Carlos
2- Gente aberta Erasmo Carlos
3- Se tudo pode acontecer – Arnaldo Antunes
4- Luto Gal Costa
5- Amora – Renato Teixeira
6- Amado – Vanessa da Mata
7- Cartão postal – Rita Lee
8- Eu só quero saber de voce – Silvia Machete
9- Cha verde – Tie
10- Mapa mundi – Thiago Pethit
De autor [ainda] desconhecido, a ideia é muito boa: juntar Simpsons e Pulp Fiction. Abaixo vai os desenhos de como seria os personagens amarelos do desenho americano dentro da trama absurda de Tarantino.
Começamos aqui uma nova seção, que leva clássicos. A ideia é um fazer um paralelo da música pop com a música clássica, para quem tem dificuldade de ouvir. Superstimado por uns e menosprezado por outros, a música clássica acabou sendo rotulada na média como uma música elitista.
Então aqui, vamos mostrar músicas clássicas com alguma conexão com grandes artistas da música pop. Nessa primeira brincadeira, o cara da vez é o inglês Morrissey – vocalista do Smiths e com uma carreira solo bacana.
Para quem curte o Morrissey e quer explorar a música clássica, a boa pedida é o Dmitri Shostakovich. No álbum Southpaw Grammar, álbum da carreira solo do ex frontman dos Smiths, abre com um pedaço da Symphony #5 do russo Dmitri.
Os dois músicos têm em comum o melancolia como tema tônica de suas músicas. Inspirações como as raíses e seus países fazem partem da inspiração de cada obra.
Ouça aí a versão clássica de Morrisey.
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ps. para os radicais, isso é uma brincadeira
Um dos caras mais fodões da música americana, o Johnny Cash, foi homenagiado por pessoas de mais 170 países num clipe colaborativo feito em tributo ao man in black, no site The Johnny Cash Project.
Desenhado por diversas mãos, o clipe póstumo da música “Ain’t no Grave” recebeu e ainda recebe diversas ilustrações colaborativa para compor o vídeo de Cash – inventor de um estilo próprio de fazer música.
Esse é um dos projetos que faz a internet ter mais sentido e que a conexão das pessoas produz algo bacana, como essa homenagem. Saca só:
Não saiu como planejado, mas que viagem sai? Essa é a graça das coisas, o improviso, assim como na música. Como combinamos no último post, eu voltaria com notícias frescas e sonoras do Coachella.
Mas lá se foi o meu ingresso, comprado em um site da internet (Via Go Go), que não conseguiu reservar o meu e blá, blá, blá. Dinheiro devolvido, dias sobrando na agenda… é hora de improvisar.
Nessa viajem para o Estados Unidos, boas histórias não deixaram de acontecer: foram 2 países, 7 Estados, 9 cidades, 2.500 km percorridos de carro entre Califórnia, Nevada e México, tecnicamente mais de 24h [de música] dentro do carro, 2 multas, 1 câmera e 1 iPhone perdido, 1 câmera e 1 iPhone achado, 6 pares de meias deixados nos hotéis, 1 livro comprado, dezenas de pints e muitos quilos de hambúrguer do In-N-Out.
Difícil pensar em músicas que estrelariam uma fita com o top 5 da viagem. “Fuck You” (Cee Lo Green), “Drunk Girls” (LCD Soundsystem), “ I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend To Dance With You” (Black Kids), “Well Be Alright” (Travie McCoy) e mais alguma outra entraria nessa lista das 5 mais… Talvez “Pra Ver Se Cola”, do Trem da Alegria.
As principais perdições de compras musicais desta trip foram nas lojas da Amoeba em Hollywood e em São Francisco. Porque fazer compras em lojas de músicas é uma coisa que eu não resisto.

As lojas são imensas e com tudo que os fanáticos por música procuram. Tente não achar um álbum que você queira muito: é impossível. São espaços gigantes recheados com o melhor da música: CDs, vinis, DVDs, bonecos, pôsteres, camisas, relíquias e muito mais. A Amoeba é considerada a mais fodona do seguimento, segundo a revista Rolling Stones gringa.
Em Chicago, uma cidade bonita e bem artística, foi lugar de descobrir bons livros de um dos penduricalhos do rock que, quem acompanha meu blog sabe, eu curto muito: pôsteres.
Depois de uma garimpada em diversas livrarias da cidade, esses são os principais volumes que valem a pena ter em casa para quem gosta de “ver” a música: Gig Posters, Art of Modern Rock e Modern Dog.
Por fim, o que sobrou dessa viagem: cabeça fresca e muitas músicas no ouvido. Então, aperte o play:
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Tracklist:
Look At Me (When I Rock Wichoo) – Black Kids
whoo yeah alright uh huh – The Rapture
New Shoes – Paolo Nutini
Daft Punk Is Playing In My House – LCD Soundsystem
Taken a Fool – The Strokes
Nightwalker – Thiago Pethit
These Days – Foo Fighters
Insistor – Tapes ‘N Tapes
Acostumar – Marcelo Camelo
Baby Lee – Teenager Fanclub
Superstition – Stevie Wonder
Subirusdoistiozin – Criolo
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