random pics (1)

by ffffound

christmas time

Uma data feliz como esta, tem que ser acompanhada de bom humor. O vídeo abaixo é da produtora inglesa Rebel Virals, saca só:

gifts

Já comprou os presentes de natal? Ainda há tempo de os colocar embaixo da árvore:

Christmas stop-motion from Robbie Hubert on Vimeo.

Top 5

Já vai fazer 10 anos desde o freak out por causa do Bug do Milênio. Isso mesmo, colega, o tempo passa rápido. E pensando nessa voracidade em que o tempo e os acontecimentos passam [lembra do álbum Kid A? É... também já se vão dez anos], vamos puxar o freio de mão, apertar o stop e viajar no que foi de bom entre 2000 e 2009.

Para muitos, os últimos 10 anos foi o período em que frequentaram mais ativamente o circulo musical; não só ir em shows, mas comprar CDs [é, caro leitor, as pessoas costumavam comprar. Lembra daquele tempo?], esperar os lançametos, etc.

Na Paradoxo [semanário digital no qual sou editor de música] fizemos essa brincadeira. Pedimos para que 5 colaboradores enviassem os seus top 5. Inspirado no personagem que definia a vida em listas, Rob Gordon [High Fidelity], eles apontaram aqueles álbuns em que aumentam o som quando eles tocam.

Como fiquei de fora da brincadeira, jogo, aqui, confete no que foi essencial aos [meus] ouvidos nos últimos 10 anos.
*A ordens dos álbuns é aleatória.

O | 2001 – Damien Rice (download)

Irlandês pouco badalado, mas com um talento musical incrível. Fã de música brasileira, em seus shows chega a executar musicas de Jobim como Desafinado e Águas de Março. Damien fez em seu álbum debutante [O] um passaporte para experimentações acústicas e poéticas.

Sky Blue Sky | 2007 – Wilco (download)

A definição do Diego Brotas em sua matéria na Paradoxo explica bem: “músicos maduros e extremamente competentes”. Um álbum com linhas de guitarras originais, sendo, simultaneamente, sofisticadas e simples. Realmente uma obra-prima da carreira da banda.

In Rainbows | 2007 – Radiohead (download)

O Kid A foi mais inovador e completo musicalmente. No entanto, fico com o In Rainbows como um dos 5 melhores CDs da década. O álbum apontou novas formas de se pensar o consumo de música e a indústria cultural. É um bom disco e que faz bem o seu papel sonoro para que o Radiohead [mais uma vez] possa indicar novas tendências na música.

Back to Black | 2007– Amy Winehouse (download)

A música negra retorna ao dial com as interpretações e composições de Amy. Garota talentosa, o som negro dos Estados Unidos é muito bem representado na obra dela. Em especial, o Back to Black é um CD que reúne diversas expressões da sonoridade negra: funk, soul, R&B, entre outras; tudo num altíssimo nível.

Bloco do Eu Sozinho | 2001 – Los Hermanos (download)

Um álbum considerado o abre-alas da música brasileira nesta última década. Um disco ousado, fora dos padrões de mercado, que foi recebido muito bem pela crítica [e isso importa?] e pelo público [esses sim!]. Neste álbum, Los Hermanos rompe com sonoridades que haviam carregado em seu primeiro álbum e se lançam em rumos diferentes. Hoje é fácil de imaginar, mas, em 2001, foi um CD ousado e desafiador. Um novo ânimo pra música brasileira.

getting start

Mudar de casa não é mole. Empacotar tudo, organizar em caixas, etiquetar e deixar tudo preparado [sem que se perca nada] não é uma das tarefas mais fáceis [para não dizer impossível].

O designer e fotógrafo Johannes Hensele foi mais longe: montou os móveis, encanamentos e etc.; ou seja, tudo que compõe uma casa e ainda filmou. O resultado dessa trabalheira foi o stop motion My Home is My Castle além de, é claro, ter a sua casa do jeito que queria.

O trabalho deve ter sido puxado, mas o resultado ficou bacana e ainda pode ser um manual tipo how to stuff works caso você esteja planejando em se mudar e não sabe por onde começar a montar o seu ‘castelo’.

MY HOME IS MY CASTLE from frischmilch on Vimeo.

the best of 2009

Inspirado no post do Pull Me Out Alive, vou fazer uma seleção do que ocorreu de melhor em 2009, para mim. Sem número exato de escolhidos na lista, não vou enxer linguiça ou fazer número, só vai entrar o que valeu a pena, ou não.

Melhores Álbuns:

Lecher


- Heartbeat Radio –
Sondre Lerche
- The Pursuit – Jamie Cullum (download)
- Them Crooked Vultures -
Them Crooked Vultures (download)
- Abbey Road Remasterized – The Beatles (download)
- En Concert –
Jack Johnson (download)
- Album
– Girls

Shows:

- Damien Rice – Citibank Hall

- Radiohead – Chácara Jockey
- Jorge DrexlerBourbon Street
- Mombojó – Studio SP

Coisas que fizeram 2009 valer muito a pena:

Flamengo Hexacampeão Brasileiro from Gustavo Pellizzon on Vimeo.

- Flamengo Hexa Campeão
- Botafogo e Fluminense brigando para não cair
- Vasco na segunda divisão

Coisas inúteis de 2009



- Mini Bis ( o bis já era pequeno, para que o mini?)
- Lily Allen e o seu transtorno bipolar
- Os comediantes de Stand Up e os seus comportamentos de “os subversivos e salvadores da burrice que assola o País

Me deu preguiça:


- Mickey Gang
- Os comediantes de Stand Up
- Formspring

#fail


- O novo álbum do John Mayer, Battle Studies
- Convite para o novo Orkut, Google Wave, etc.
- Chuva em São Paulo [isso se repete nas listas de todos os anos]

O que poderia se repetir em 2010:

- Seinfeld se juntarem novamente
- Passeios em Buenos Aires com a namorada e com amigos

auto-tatuagem

Já viu uma tatuagem tomar corpo sozinha? Essa foi a ideia do tatuador Tony Touch que com a ajuda do fotógrafo Dabe Alan montaram um vídeo Stop Motion em que dá a impressão que a tatuagem surge sozinha no braço.

Mais de 7h foram necessárias para realizar o desenho por completo, que resultou em quase 2000 fotografias para fazer alguns minutos do filme.

Abaixo segue as duas partes do Stop Motion da execução da “auto- tatuagem”.

Parte 1

[flickrvideo]http://www.flickr.com/photos/bearandyeti/4027491253/[/flickrvideo]

Parte 2

lista de natal

Pozer Garden 2009 Holiday Lights
Creative Commons License photo credit: ED́WW day_dae

Estamos quase lá. O natal já está batendo na porta e 90% das pessoas [inclusive eu] ainda não compraram presentes e já sofrem em pensar de ir àquele shopping lotado nas vésperas das celebrações do nascimento de Jesus, um judeu – e o povo judeu não comemora, ironias e contracensos que só o ser humano consegue criar.

O assunto aqui não é cultura ou religião, mas música.

Em celebração ao espírito natalino de fraternidade, amizade e união – coisas que deveriam acontecer durante todo o ano, aqui vai a minha lista das 3 músicas que me lembra o natal.

Here we goes:

1 – Jingle Bell Rock

A versão de Bobby Helms para Jingle Bell Rocks é clássica. Os americanos sabem vender as coisas e eles comercializam o natal como ninguém, e me convenceram. Como é bom assistir Home Alone II e aquelas trabalhadas em NYC. Essa música me lembra o filme e a curtição de um natal sozinho.

2- Hallelujah

Essa música do Leonard Cohen e interpretada por Damien Rice nessa versão é tão sublime, profunda. Letra de um grande poeta e interpretação de uns caras mais talentosos da nova geração.

3 – Então é Natal

É… a Simone tem que vender CD em alguma época do ano. Sejamos caridosos. =P

Interligado

nextel

A Nextel fez um bem casado na sua nova campanha: usando o seu produto numa ponta e uma personalidade na outra. Com a Fernanda Young como “garota propaganda”, a empresa de telefonia foi o meio para que os fãs dela pudessem trocar uma palavra com a coelhinha do mês de novembro.

A campanha foi intitulada de Não Tenho Limites, através do telefone (11) 7717-7717 ou pelo rádio ID 130* 7717, das 19h30 às 20h30, quem tentasse ligar [e contasse com a sorte] poderia bater um lero com a escritora.

A campanha atinge as pessoas que seguem o Twitter da moça, mas acaba tendo uma repercussão interessante, principalmente pela espontaneidade e originalidade da ação. Com o uso interligado de diferentes plataformas de comunicação [youtube, hot site, twitter, telefonia] conseguiu uma integração bacana. Estamos evoluindo nas campanhas pela internet. Pelo menos [algumas pessoas] desistiram de ficar sorteando Tvs e celulares no twitter. Já é um começo.

A campanha se estende até o dia 20/12. Ainda há tempo de tentar ligar pra Fernanda.

“Sim”

Update:
dica da Maria.

——————xxxxxx———————–

Não sei se o casamento se tornou uma instituição careta por causa dos famigerados books fotográficos ou por aqueles vídeos enjoados que nem os noivos conseguem ver.

Uma vez vi umas fotos maneiríssimas de casamento, também já vi alguns convites de cerimônias de amigos que ficaram demais.

Definitivamente, após ver esse vídeo [e as fotos], fica decretado: o que faltava era criatividade. Esses stop motion mostra como sair da caixinha e torna o momento do “Sim!” mais emocionante ainda.

O vídeo foi produzido pela Limon Lime Photography. Check it out:

As fotos desse pessoal também são ótimas. Confira algumas:

Try again

John Mayer

É, muito se esperava do novo álbum de John Mayer em seu novo álbum de estúdio, o Battle Studies. Em seu twitter ele divulgava o andamento de seu trabalho e muita expectativa se criou.

Depois de uma ascensão em sua performance como guitarrista [vide o John Mayer Trio], Mayer mostou um o retrocesso de sua criatividade musical nas linhas de guitarra das faixas de seus novo álbum.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6KGw9JXsBmI[/youtube]

Sem nada de especial, as faixas trazem o que Mayer sempre faz: canções de amor, `filosóficas´, impressões sobre a vida e etc. Mas o que ele sempre fazia em cada trabalho e faltou neste, foi a criatividade. Apostando na mesma fórmulas de outros álbum, como Heavier Things, John errou na mão; e guitarristas não podem errar na mão. O resultado foi um disco enjoativo e repetitivo.

Numa retrospectiva rápida de sua carreira solo, o Room for Squares foi original e inspirador, se falando de baladas pop; já o Heavier Things mostra o lado guitarrista de John, no qual ele pouco mostrou em seu álbum debutante; em 2007, ele lançou Continnum, no qual se estabeleceu como um bom músico e compositor, as músicas tinham letras mais consistentes e maduras.álbuns

Daí veio o Battle Studies, e o que poderia falar ao John sobre o álbum? “Try Again”. Guitarras sem criatividade e melodias repetitivas. Fazer o que, né? Ele é novo e talentoso. Tem muito tempo para tentar trazer bons álbuns!

Discorda? Tire suas conclusões então: download do álbum.

Acima foi a faixa Who Says, o primeiro single do CD.

Internetices | musica

Uma brincadeira sobre a música Hey Jude. Daria pra fazer uma bela camisa com isto, né? Mas precisaria mudar o segundo verso para `the minute´, só faltou isto.

Depois de ver isto, deu vontade de ouvir a música. Então, tá na mão!

*esta foi uma imagem encontrada no site frkncngz, com várias mensagens supimpas e com design bacana.

The xx Acustico

Segue abaixo dois vídeos da banda inglesa The xx. Versões bem despojadas feitas em Amsterdã.

Para quem ainda não conhece, a banda inglesa The xx foi uma das grandes surpresas de 2009: acústico, eletrônico, pop, alternativo. Enfim, são 4 jovens talentosos que misturaram muitas coisas boas em forma de CD, que leva o título de XX.

Após ouvir por muito tempo [sim, é viciante! e se você está sem tempo para vícios musicais incontroláveis, fique longe deles], pode soar enjoativo, mas o que não cansa? vide Ana Júlia.

Quer ouvir do início ao fim? Está aqui o link para o download do álbum.


Natural

Darwin estava certo. Não que precisasse que eu falasse isto para se confirmar. Estou falando da seleção natural, a permanência de uma espécie se dá quando é superior a outra.E não sobre da onde viemos, geração do mundo e blá, blá, blá. Se quiser ler sobre isso, vá para este site.

Lily Allen prova que a internet está no caminho certo, e que o talento sobreviverá – estamos falando de música!

A Lily foi o primeiro fenômeno de proporções mundiais que foi gerada pela internet, através do myspace. Hoje, ela já parece está entediada com a música – com aquele sentimento que um blogueiro tem sobre um blog antigo seu: isto já não condiz comigo.

Esta passagem fulminante de Allen pela música, já que ela diz estar fora do showbiz por dois anos, comprova que a seleção natural é a tônica das informações veiculada na internet. Quem tiver preparado para aguentar os louros e as provações da exposição ao público, e manter a qualidade artística, terá a chance de fazer a sua carreira. Antes, com a indústria cultural ainda no seu auge, o sol brilhava para poucos, mas brilhava forte.

Hoje, podemos dizer que o espaço artístico é obscuro para todos; mas é possível que cada um possa brilhar – já que todos estão no mesmo breu.

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